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Mostrando postagens de novembro, 2013

Em campanha de coleta de arquivos da 1ª Guerra, França resgata histórias de combatentes

Maurice Chocol era seminarista na França quando se alistou no exército em 1912. Dois anos depois, a Primeira Guerra Mundial estourou e ele foi mandado para o campo de batalha como membro da 2ª Brigada de Ciclistas. Durante quatro anos, Chocol viajou pela região devastada e levou consigo cadernos onde anotava, em detalhe, cada deslocamento do grupo. Mais tarde, voltou para casa, se tornou padre e organizou todos os diários e lembranças daquela experiência. Fez, inclusive, um mapa para visualizar melhor todo seu percurso. Chocol morreu em 1986, aos 95 anos de idade, mas, todo o material que ele organizou metodicamente ao longo dos anos foi conservado pela família e agora vai ser dividido com o mundo. Mapa do percurso feito por Maurice Chacol durante serviço na 2ª Brigada de Ciclistas da França, na Primeira Guerra Mundial A França lançou a campanha da “Grande Coleta” de documentos pessoais da Primeira Guerra Mundial para a criação de uma base europeia de memórias. A guerra pela len

Cidade alemã retira cidadania de honra de Hitler

A cidade de Goslar, no centro da Alemanha, retirou a cidadania de honra de Adolf Hitler, quase 70 anos depois do final da Segunda Guerra Mundial Adolf Hitler: decisão não havia sido tomada anteriormente por entender que a vigência da cidadania de honra terminava com a morte do agraciado Segundo um porta-voz municipal, o plenário da Prefeitura decidiu por unanimidade cancelar o reconhecimento ao ditador e alegou que a decisão não havia sido tomada anteriormente por entender que a vigência da cidadania de honra terminava com a morte do agraciado. O prefeito de Goslar, Oliver Junk, da União Democrata-Cristã (CDU), partido da chanceler Angela Merkel, disse que o objetivo da medida era "simbólico", para deixar destacado o distanciamento do município, explicou seu porta-voz. Cerca de 4 mil municípios na Áustria e Alemanha, entre eles Berlim, Frankfurt e Munique, concederam a Hitler durante o regime nacional-socialista (1933-1945) o título de cidadão de honra ou ilustre,

Líder de polícia secreta nazista foi enterrado em cemitério judeu

Heinrich Müller, chefe máximo da Gestapo, foi dado como desaparecido em 1945, e não se sabia onde ele havia sido sepultado Heinrich Müller , um dos principais líderes da Gestapo (Geheime Staatspolizei) e desaparecido desde 1945, foi enterrado em um cemitério judeu em Berlim, revelou nesta quinta-feira (31/10) um historiador, citado pelo jornal alemão  Bild . Müller foi chefe máximo da polícia secreta da Alemanha nazista e arquiteto da execução de judeus durante o Holocausto. A descoberta foi feita pelo professor Johannes Tuchel, diretor do Memorial à Resistência Alemã, com sede na capital do país. "Gestapo Müller", como era conhecido na polícia nazista, diz o estudo divulgado na  Bild , foi visto pela última vez em 26 de abril de 1945, enquanto dirigia o interrogatório - que culminou na execução - de Hermann Fegelein, general da SS (Schutzstaffel, organização paramilitar ligada ao partido nazista) e cunhado de Eva Braun, a companheira de Adolf Hitler. Quando percebeu q