sexta-feira, 24 de julho de 2020

Ufólogo afirma que detectou "antigas ruínas de edifícios" em Marte

O polêmico ufólogo Scott C. Waring afirmou ter descoberto evidência de vida antiga em Marte. Ele disse que chegou a essa conclusão após detectar "estruturas similares a edifícios", em imagens da NASA. Não é a primeira vez que o teorista da conspiração enxerga coisas fantásticas em solo marciano. Ano passado, ele afirmou que avistou um sarcófago de faraó em Marte.

Waring defende que sua nova "descoberta"  confirma que Marte abrigou vida extraterrestre. Além disso, ele especula que essas criaturas eram pequenas, mas tinham uma anatomia similar à que possuem os habitantes da Terra.

“As ruínas desses edifícios parecem indicar que uma pequena espécie inteligente viveu dentro delas. Há cerca de 10 anos, descobri uma figura de mulher em Marte, e ela só tinha 15 cm. Acredito que a mesma espécie humana diminuta construiu essas estruturas como moradia”, teorizou Waring. 

Mais uma vez, nem é necessário dizer que as afirmações de Scott carecem de embasamento científico. Não há evidências de que um dia houve vida inteligente em Marte. O "achado" do ufólogo pode ser explicado pela pareidolia, que a NASA descreve como "um fenômeno psicológico no qual as pessoas veem formas reconhecíveis em nuvens, formações rochosas ou objetos".

Fonte:  Express.co.uk - Imagens: Shutterstock e Scott C. Waring/NASA/Reprodução

Fóssil misterioso encontrado na Antártida é ovo de 66 milhões de anos de réptil marinho

Em 2011, cientistas chilenos descobriram um fóssil misterioso na Antártida que parecia uma bola esvaziada. Por quase uma década, os pesquisadores se referiam a ele simplesmente como "A Coisa". Agora, novas análises apontam que trata-se de um ovo murcho fossilizado de uma criatura marinha que viveu há 66 milhões de anos.

Medindo 28 cm por 18 cm, é o maior ovo de casca mole já descoberto e o segundo maior ovo de qualquer animal conhecido. Além de seu tamanho impressionante, o fóssil é importante porque os cientistas acreditam que ele seja de um réptil marinho extinto e gigante, como um mosassauro. Até hoje acreditava-se que essas criaturas não botavam ovos.

"(O ovo) é de um animal do tamanho de um grande dinossauro, mas é completamente diferente de um ovo de dinossauro", disse Lucas Legendre, pesquisador de pós-doutorado na Jackson School of Geosciences da UT Austin. "É mais parecido com os ovos de lagartos e cobras, mas é de um parente verdadeiramente gigante desses animais", completou ele, que liderou o estudo. A pesquisa descrevendo o fóssil foi publicada na revista Nature.

Desde que fez a descoberta, o pesquisador David Rubilar-Rogers, do Museu de História Natural do Chile, mostrava o fóssil para vários geólogos na esperança de que alguém soubesse do que se tratava. Em 2018, Julia Clarke, professora do Departamento de Ciências Geológicas da Jackson School, matou a charada. "Mostrei para ela e, depois de alguns minutos, Julia me disse que poderia ser um ovo murcho!" disse David, que é coautor do estudo.

Usando um conjunto de microscópios, Legendre encontrou várias camadas de membrana que confirmavam que o fóssil era de fato um ovo. A estrutura é muito parecida com ovos transparentes e de eclosão rápida de algumas espécies de cobras e lagartos modernos, segundo ele. 

Ele descobriu que o réptil que botou o ovo teria mais de 6 metros de comprimento, da ponta do focinho até o final de seu corpo, sem contar a cauda. A descrição se encaixa com a do mosassauro, animal marinho que viveu no final do Cretáceo.


Fonte: Universidade do Texas - Imagens: John Maisano/Jackson School of Geosciences, Legendre et al. 2020 e Francisco Hueichaleo, via Universidade do Texas

Fóssil de 115 milhões de anos de criatura marítima é encontrado por estudantes ingleses

Uma dupla de estudantes universitários da Inglaterra encontrou um grande fóssil de uma criatura marinha extinta. Estima-se que o animal tenha vivido há cerca de 115 milhões de anos. Jack Wonfor, de 19 anos, e Theo Vickers, de 21 anos, fizeram a descoberta na Ilha de Wight.

O fóssil da criatura, chamada amonite, pesa aproximadamente 96 kg e mede 55 cm de diâmetro. Os estudantes levaram dez horas para retirá-lo do local onde foi encontrado, na Baía Chale. Os jovens estudantes classificaram o achado de "colossal".

Segundo Wonfor, o tamanho da amonite indica que trata-se de uma fêmea (conhecida como macroconcha). As fêmeas da espécie eram maiores que os machos pelo papel que desempenhavam no processo reprodutivo. As amonites faziam parte da família dos moluscos e foram extintas no final do período cretáceo, junto com os dinossauros.

Wonfor e Vickers são os fundadores de uma organização chamada Wight Coast Fossils, dedicada a preservar a geologia da Ilha de Wight. O local é considerado uma espécie de celeiro de fósseis. Recentemente, foram encontrados por lá uma cauda fossilizada de um dinossauro iguanodonte e os restos petrificados de um pterodáctilo.

Fonte: Daily Mail - Imagens: Wight Coast Fossils/Reprodução


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