domingo, 8 de março de 2020

Vaticano abre arquivos do papa Pio XII, acusado de ter sido "conivente com o nazismo"

O Vaticano está abrindo os arquivos secretos do papa Pio XII, acusado por críticos de ter sido conivente com o nazismo durante a Segunda Guerra Mundial. Ao anunciar a iniciativa, o papa Francisco disse que "a Igreja não tem medo de segredos". Inicialmente, os documentos serão disponibilizados para um pequeno grupo de estudiosos.
Críticos de Pio XII acusaram o papa de ter ficado calado durante o Holocausto, pois ele não teria condenado publicamente a perseguição e o genocídio de judeus e outros grupos que foram alvo do nazismo. Já seus defensores alegam que ele encorajou discretamente conventos e outras instituições católicas a esconder milhares de judeus. Eles argumentam que se o papa tivesse feito críticas públicas aos nazistas, teria colocado em risco a vida de padres e freiras.
Depois de Pio XII ter sido  eleito papa, seis meses antes do início da guerra, o Vaticano manteve relações diplomáticas com o Terceiro Reich, e o novo pontífice se recusou a condenar a invasão nazista à Polônia em 1º de setembro de 1939. Em dezembro de 1942, Pio XII falou em termos genéricos sobre o sofrimento dos judeus, embora acredita-se que ele soubesse há vários meses sobre os planos de extermínio nazista. Em 1943, ele escreveu ao bispo de Berlim, argumentando que a igreja não poderia condenar publicamente o Holocausto por risco de causar "males maiores".

No controverso livro "O Papa de Hitler", publicado 1999, o escritor John Cornwell afirma que Pio XII era um "peão" do líder nazista. Outros historiadores, como Martin Gilbert, dizem que essa caracterização é um mito. Ele relembra que quase cinco mil judeus foram escondidos em mosteiros e conventos católicos em Roma durante a guerra, incluindo centenas deles no próprio Vaticano. No norte da Itália, outros milhares se esconderam na residência de verão do papa. Segundo ele, tudo isso aconteceu por orientação de Pio XII. Mais tarde, o próprio Cornwell afirmou que "é impossível julgar os motivos" do silêncio do papa durante a guerra.
Os arquivos que estão sendo divulgados contêm milhões de cartas, mensagens e correspondências de Pio XII, cujo pontificado durou de 1939 a 1958. Pesquisadores e grupos judaicos pediam há décadas a liberação desses documentos. 
Geralmente o Vaticano espera 70 anos após a morte de cada papa para abrir seus arquivos, mas o processo foi acelerado para esclarecer o debate a respeito de Pio XII, cujo processo de canonização se encontra suspenso. “Queremos expressar nossa enorme gratidão e agradecimento ao papa Francisco por dar esse passo", disse Menachem Rosensaft, vice-presidente executivo do Congresso Judaico Mundial.
O bispo Sergio Pagano, responsável pelo Arquivo Apostólico do Vaticano, disse que os estudiosos terão que fazer um julgamento histórico dos documentos. Segundo ele, levará anos até que o material seja avaliado completamente. "O bem [que Pio fez] foi tão grande que ofuscou suas poucas sombras", acredita. 
Entre os primeiros pesquisadores que terão acesso aos arquivos estão representantes da comunidade judaica em Roma e estudiosos dos Memoriais do Holocausto de Israel e dos Estados Unidos.

Fontes: The GuardianWashingon Post e CNN Imagem: Domínio Público, via Wikimedia Commons

"Espada mais antiga do mundo" é descoberta em mosteiro na Itália

Uma das espadas mais antigas do mundo passou praticamente despercebida durante anos em um mosteiro católico armênio que abriga um museu na ilha italiana de San Lazzaro, em Veneza. De forma equivocada, a relíquia havia sido catalogada como uma peça medieval. Agora, descobriu-se que o artefato tem cerca de cinco mil anos.
Quem descobriu a verdadeira origem da espada foi a historiadora Vittoria Dall’Armellina, da Universidade de Ca’Foscari, em Veneza. Ao observar o artefato, ela notou que a peça era parecida com as espadas mais antigas já encontradas, localizadas nas ruínas do Palácio Real de Arslantepe, na região da Anatólia (situada na atual Turquia). Ao analisar a arma, descobriu-se que ela havia sido fabricada com uma liga de cobre e estanho, mesmo material utilizado nas peças da Anatólia, que datam aproximadamente do ano 3000 a.C.

Ao contrário das espadas turcas encontradas anteriormente, a peça que estava no mosteiro não apresentava elementos decorativos nem outro tipo de inscrição. Isso sugere que o artefato seja ainda mais antigo do que as outras espadas conhecidas da Anatólia. Não está claro se a espada foi usada em combate ou se era uma peça cerimonial que foi enterrada junto com alguém durante uma cerimônia fúnebre.
Mas como a peça foi para em um mosteiro em Veneza? De acordo com os pesquisadores, na segunda metade do século XIX a espada foi enviada da cidade turca de Trebizonda para Veneza como um presente oferecido a um padre por um colecionador. Agora, os pesquisadores continuarão a investigar a misteriosa origem da relíquia histórica.
Fonte: Universidade de Ca’Foscari Imagens: Andrea Avezzù/Universidade de Ca’Foscari/Reprodução

Cópia rara da 1ª edição do livro mais importante de Isaac Newton é encontrada na França

Uma cópia rara de um dos mais importantes livros de Isaac Newton acaba de ser encontrada na França. Trata-se da primeira edição em latim de Philosophiæ Naturalis Principia (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural), de 1687, obra influente considerada um marco para a ciência. No manuscrito, o cientista inglês descreve suas três leis do movimento dos corpos, que ajudaram a definir a física moderna.
A preciosa edição foi encontrada na biblioteca do patrimônio público de Fesch, na ilha francesa da Córsega, por Vannina Schirinsky-Schikhmatoff, diretora de conservação da instituição. O local abriga cerca de 50 mil livros.  A pesquisadora se deparou com a obra ao analisar um catálogo do acervo registrado pelo fundador da biblioteca, Lucien Bonaparte (irmão de Napoleão).

Vannina, que comparou o achado com a descoberta do Santo Graal, encontrou a obra na sala principal da biblioteca. Segundo ela, o livro estava escondido nas prateleiras superiores. A capa estava um pouco danificada, mas o interior está em excelentes condições de preservação.
As cópias em latim da primeira edição da obra eram destinadas para serem distribuídas na Europa continental. Elas são extremamente valiosas, pois apenas 400 foram produzidas. Estima-se que apenas metade delas ainda existam. Recentemente, uma dessas cópias foi arrematada por US$ 3,7 milhões em um leilão em Nova York.
Fonte: Newsweek Imagem: Billthom, via Wikimedia Commons

sexta-feira, 6 de março de 2020

Berlim retira cidadania honorária de presidente que nomeou Hitler

Atendendo a uma decisão do Senado da capital alemã, o prefeito de Berlim, Michael Müller, ordenou oficialmente a exclusão do nome de Paul von Hindenburg da lista de cidadãos honorários berlinenses nesta quinta-feira (27/02).

Paul von Hindenburg (1847-1934) foi marechal do Império Alemão e presidente do país durante a República de Weimar. Em 30 de janeiro último, o parlamento local decidiu revogar sua cidadania honorária, sob a justificativa de ele ter nomeado Adolf Hitler para o cargo de chefe de governo alemão em 30 de janeiro de 1933.

Depois disso, Hindenburg assinou decretos de emergência e leis que tiraram poderes do Reichstag, o então Parlamento alemão, proporcionando aos nazistas novos instrumentos de poder.
Adolf Hitler e Paul von Hindenburg por ocasião da nomeação do ditador nazista como chanceler
Hindenburg havia se tornado cidadão honorário de Berlim em 20 de abril de 1933, mesmo dia em que Hitler fazia aniversário e também recebeu esse título. A cidadania honorária do ditador nazista foi retirada em dezembro de 1948.

Nos últimos anos, várias cidades alemãs revogaram a cidadania honorária que haviam outorgado a Hindenburg, incluindo Dortmund, Kiel, Colônia, Leipzig, Munique e Stuttgart.

Hindenburg "criminoso"

Durante as deliberações em Berlim, a política do partido A Esquerda Regina Kittler declarou: "Hindenburg foi um criminoso", dizendo que o ex-marechal de campo da Primeira Guerra Mundial contribuiu para a destruição da democracia na Alemanha. "Os tempos em que vivemos exigem uma defesa da democracia", disse Kittler.

Já o conservador Robbin Juhnke, do partido da chanceler federal Angela Merkel, que na cidade-Estado de Berlim está na oposição, rejeitou a exclusão do nome de Hindenburg da lista por refletir uma perspectiva "anti-histórica".

Juhnke enfatizou que Hindenburg foi eleito duas vezes pelos alemães como presidente na época da República de Weimar: a figura do ex-marechal de campo podia ser historicamente controversa, mas que seria um erro privá-lo da cidadania honorária.

Em 5 de fevereiro último, uma cena na Assembleia Legislativa da Turíngia causou burburinho, quando o político ultradireitista Björn Höcke, da legenda populista de direita Alternativa para a Alemanha (AfD), pareceu imitar Hitler se curvando enquanto cumprimentava Hindenburg em 21 de março de 1933, em Potsdam, apenas três dias antes do incêndio do Reichstag, instrumentalizado pelos nazistas para restringir as liberdades democráticas na Alemanha.

Höcke inclinou a cabeça diante do governador da Turíngia, Thomas Kemmerich – que ocupou brevemente o cargo graças aos votos dos deputados estaduais da AfD, como também dos parlamentares regionais democrata-cristãos e liberais. A cena foi duramente criticada. Guy Verhofstadt, líder da bancada liberal do Parlamento Europeu, classificou a cena como "totalmente inaceitável".

Estradas e praças também renomeadas


Na Alemanha, ruas e praças como o nome de Hindenburg também foram renomeadas. Outros locais permanecem associados a Hindenburg, incluindo uma via elevada para a ilha de Sylt, no Mar do Norte, no estado de Schleswig-Holstein. Hindenburg abriu essa conexão ferroviária em junho de 1927.

A ascensão de Hitler ao poder sob o governo de Hindenburg dependeu de um embuste legal por parte do então estado de Braunschweig, na República de Weimar. Desde 1925, Hitler, nascido na Áustria, era um estrangeiro apátrida. A ele fora repetidamente negada a cidadania na Alemanha.

Evitado na Baviera e posteriormente na Turíngia, o governo nazista de Braunschweig acabou lhe concedendo cidadania em 1932, declarando Hitler um de seus funcionários públicos e seu emissário para Berlim.

Apenas algumas semanas depois, o líder nazista perdeu as eleições gerais para Hindenburg, que permaneceu presidente alemão, mas em janeiro de 1933 nomeou Hitler chanceler do Império, depois de meses de discussões em torno da formação de uma maioria parlamentar.

Pirâmide mais antiga do Egito pode ser visitada novamente

A pirâmide do faraó Djoser, localizada em Sacará, ao sul do Cairo, foi reaberta ao público, nesta quinta-feira (5). Com 4.700 anos de idade e considerada a mais antiga ainda de pé no país, o monumento estava fechado para restauração.

"Reabrimos hoje a pirâmide mais antiga ainda de pé no Egito, após sua restauração", declarou, durante uma cerimônia no famoso monumento escalonado, o ministro egípcio de Antiguidades e Turismo, Khaled el-Enany. Ele lembrou que trata-se do “primeiro edifício totalmente construído em pedra do mundo”.

O projeto de restauração deste monumento começou em 2006, mas foi interrompido "por razões de segurança" na época da revolta popular de 2011. As obras foram retomadas em 2013, segundo Ayman Gamal Edin, responsável pelo projeto no Ministério de Antiguidades.O custo total da reforma foi de 104 milhões de libras egípcias (mais de R$ 30 milhões), de acordo com o governo egípcio.


O monumento, construído por volta de 2.700 a.C, vinha sendo restaurado desde 2006 Foto: REUTERS/Mohamed Abd El Ghany
Localizada a cerca de 20 quilômetros ao sul do Cairo, a pirâmide domina uma vasta necrópole na região de Memphis, que foi a primeira capital egípcia. Com cerca de 60 metros de altura distribuídos por seis andares, o monumento foi construído por volta de 2.700 a.C. pelo famoso arquiteto Imhotep no topo de uma cavidade de 28 metros de profundidade. O local abriga uma tumba em granito rosa.

"Os primeiros a se interessarem pela preservação da pirâmide foram os líderes da 26ª dinastia", nos séculos VII e VI a.C., disse Gamal Eddine, mostrando aos primeiros visitantes as milenares vigas de madeira que suportam, em alguns lugares, o teto do edifício. Os trabalhos de restauração se tornaram necessários após um terremoto danificar o interior da pirâmide, em 1992.

Reformas acusadas de danificar o monumento

Em 2014, uma polêmica surgiu na imprensa egípcia, que informou que a pirâmide de Djoser havia sido danificada pelas reformas. Na época, ONGs egípcias criticaram este trabalho, estimando que alterava a aparência original do monumento.

"Até 2015, os especialistas da Unesco apresentaram relatórios críticos sobre o projeto de restauração. Desde então, retomamos os trabalhos de acordo com os padrões da Unesco. Mas em 2018, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura nos apresentou relatórios positivos", garantiu o ministro egípcio de Antiguidades e Turismo, nesta quinta-feira.

O local, listado como Patrimônio Mundial da Unesco desde 1979, constitui a primeira necrópole familiar do Egito, uma prática introduzida pelo faraó Djoser. Foi também em Sacará que as autoridades egípcias revelaram, em abril de 2019, um túmulo decorado com relevos coloridos e inscrições bem preservadas, pertencentes a um nobre da 5ª dinastia (entre 2.500 e 2.300 a.C.).

Primeiros turistas visitam a pirâmide do faraó Djoser após a restauração Foto: REUTERS/Mohamed Abd El Ghany.
Nos últimos anos, as autoridades reforçaram consideravelmente sua comunicação em torno de descobertas arqueológicas, na esperança de atrair os turistas que abandonaram o Egito por causa dos distúrbios relacionados com a revolta de 2011. Os sítios arqueológicos são um argumento importante para o Egito diante da concorrência de outros destinos turísticos e, neste contexto, o ministro de Antiguidades desde 2016 também assumiu a pasta do Turismo em dezembro de 2019.

"Estamos trabalhando duro para construir um novo Egito (...), e a restauração de nossa herança está no topo das nossas prioridades", enfatizou o primeiro-ministro Mostafa Madbouli, presente na cerimônia desta quinta-feira, lembrando os muitos projetos gigantescos lançados por seu governo. Entre eles, a construção da nova capital administrativa e do Grande Museu Egípcio (GEM). Ambos devem ser inaugurados no final de 2020.

Escritor Clive Cussler, de 'Resgatem o Titanic!', morre aos 88 anos

O escritor americano Clive Cussler faleceu aos 88 anos, anunciou a família. 
Autor de mais de 80 livros, vários de suspense sobre o mar e navios, como "Resgatem o Titanic!" ou "Sahara", Clive Cussler vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

"Com grande pesar quero compartilhar a triste notícia de que meu marido, Clive, morreu na segunda-feira (24)", escreveu sua esposa Janet Horvath no Facebook. "Quero agradecer a vocês, fãs e amigos, por todo apoio, os bons momentos e aventuras que compartilhamos com ele", completou.


A causa da morte não foi revelada. Muitos livros de Cussler apresentavam o aventureiro Dirk Pitt, que como seu criador colecionava carros esportivos e participava de aventuras marítimas. Clive Cussler era um apaixonado pela história marítima, em particular pelos naufrágios e tesouros submarinos. 

Ele criou uma ONG especializada na busca de naufrágios, a NUMA (National Underwater and Marine Agency), mesmo nome que deu em seus livros à organização fictícia para a qual Dirk Pitt trabalhava.

Fonte: https://entretenimento.uol.com.br/

Submarino colidiu com o Titanic e ninguém ficou sabendo

A uma profundidade de mais de 3.800 metros, o famoso navio Titanic se encontra intocado, na escuridão do oceano, com a evidência de uma história que quase todo mundo já ouviu falar.
Devido à profundidade que ele se encontra, explorá-lo para trazer os artefatos que ficaram nele depois de seu naufrágio é um tanto quanto difícil. A empresa responsável por isso carrega o mesmo nome, R.M.S. Titanic, Inc. (ou RMST) e têm direitos exclusivos para a execução dessa tarefa. Isso é o que parecia.
Segundo o Telegraph, o grupo RMST alega que uma expedição, no ano passado, colidiu com o navio naufragado e que a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) sabia do incidente mas reteve a informação.

A EYOS Expeditions, responsável pelo incidente, teve como objetivo avaliar o estado atual do naufrágio e capturar imagens para um documentário. A última vez que humanos visitaram o navio pessoalmente foi em 2005.
O jornal Telegraph teve acesso aos relatórios que indicam que a RMST não havia sido notificada do ocorrido. A EYOS só teve a expedição aprovada porque foi sob a condição de que “danos ao naufrágio, ao local do naufrágio ou a qualquer artefato associado” não seriam realizados. Algo que não se concretizou.
Apesar de tudo, o líder da expedição disse ao jornal que a colisão não foi proposital e foi devido a correntes marítimas que acabaram levando o submarino na direção do Titanic. Mesmo sabendo das consequências, o grupo notificou a NOAA do ocorrido.
A RMST – a empresa de resgate com direitos exclusivos sobre os artefatos do Titanic – disse que deveria ter sido informada anteriormente, de acordo com um processo judicial em 27 de janeiro.
“O fato de a EYOS e a NOAA não terem informado a RMST e o tribunal por quase cinco meses levanta uma série de questões preocupantes, que respeitosamente devem ser investigadas pela RMST, de acordo com as obrigações e responsabilidades da empresa como salvador de posse”, disse a RMST em declaração.
Para complicar ainda mais o processo, um representante da RMST estava na expedição da EYOS, mas também não relatou o incidente ao retornar, disse a RMST.

“A NOAA leva seu papel de proteger os destroços do Titanic de perturbações muito a sério e tem a responsabilidade, por lei e sob a direção do Tribunal Distrital dos EUA do Distrito de Leste Virgínia, de garantir que o interesse público no Titanic seja mantida”, disse a NOAA.
Desde então, a RMST exigiu que o EYOS entregasse imagens dos mergulhos e pediu ao tribunal que obrigasse testemunhos sobre “a causa e o efeito das colisões”.
“Depois que este vídeo for produzido, a RMST analisará e arquivará no tribunal os segmentos apropriados que mostram a colisão do EYOS com o Titanic, para que não haja incerteza sobre a condição do local de naufrágio após a expedição do EYOS”, afirma a resposta.

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