segunda-feira, 10 de julho de 2017

DNA de múmias é decifrado por completo e traz revelações sobre o Antigo Egito

Por meio de uma pesquisa que representa um marco no estudo da história do Antigo Egito, os cientistas conseguiram demonstrar que os egípcios antepassados tinham um parentesco mais próximo à população da Europa e do Oriente Médio que à da África. 


Eles chegaram a essa conclusão depois de sequenciar o DNA de centenas de múmias que viveram no Egito entre o ano de 1.400 a.C. e 400 de nossa era. Isso ocorreu dentro de uma pesquisa realizada pelo Max Planck Institute for the Science of Human History, em Jena, na Alemanha. 

Dessa forma, foi possível saber que os egípcios da atualidade possuem um parentesco mais próximo aos africanos subsaarianos que aos antigos egípcios, fenômeno que, segundo os autores do estudo, obedeceria a um fluxo da migração subsaariana, que teria modificado os padrões genéticos da população egípcia nos últimos mil anos. 


Fonte: Mystery Planet 
Imagem: Shutterstock

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