quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Ciência descobre porque os romanos antigos tinham dentes perfeitos

Os restos mortais analisados tinham um sorriso irretocável!

A análise de 30 cadáveres encontrados sob uma camada espessa de cinzas vulcânicas, produzidas pela erupção do Vesúvio no ano de 79 d.C., revelou que os cidadãos da Roma Antiga tinham uma dentadura perfeita. 


Os restos mortais encontrados nas ruínas de Pompeia foram estudados com scanners de última geração. Embora se saiba que os romanos não utilizavam escovas de dente nem faziam bochechos, nas imagens é possível observar com clareza a saúde bucal deles. 

Massimo Osanna, superintendente das ruínas de Pompeia, que são Patrimônio da Humanidade, acredita que esses sorrisos perfeitos se devem à dieta realizada pelos moradores da região: “balanceada e saudável, parecida com a que conhecemos hoje como dieta mediterrânea”. 

Além disso, o consumo de açúcares, tão prejudicial para os dentes, era praticamente nulo no Império Romano. Por isso, as cáries não eram muito comuns. 

NASA encontra 7 planetas habitáveis do tamanho da Terra

Próximo passo é verificar se existe água e quais são as condições atmosféricas e de pressão nos planetas!


A NASA acaba de anunciar a descoberta de um sistema solar muito parecido com o nosso. São sete planetas que giram ao redor de uma estrela, têm o mesmo tamanho da Terra e grandes chances de conterem água em estado líquido.

Três deles, segundo estudos preliminares, têm maior potencial de oferecer melhores condições de vida aos humanos do futuro.

A descoberta, feita pelo telescópio espacial Spitzer, é um marco na história da exploração espacial. Nunca foram encontrados tantos planetas numa mesma zona habitável fora do nosso sistema solar.

O sistema que abriga os novos planetas ficam na constelação de Aquarius, a 40 anos-luz de distância (algo como 478 trilhões de quilômetros) – o que, para os padrões espaciais, é relativamente perto.

Perfil dos planetas
Com base nos dados apresentados pelo Spitzer, os cientistas da Nasa chegaram à conclusão de que pelo menos seis dos planetas são rochosos. O próximo passo é saber se realmente contêm água e, melhor: se têm água na superfície. O tamanho de todos os sete é similar ao da Terra.

Outra curiosidade do Trappist 1 -  nome dado à nossa futura casa – é que os planetas estão bem próximos entre si, a ponto de um poder enxergar as características geológicas do outro.

O próximo passo é determinar se os planetas são estáticos – ou seja, não giram como o nosso (o que faz um lado ser sempre dia e outro ser sempre noite) e se têm hidrogênio, metano, oxigênio e ozônio na atmosfera. Para isso vão contar com um novo telescópio, o James Webb, que deve ser lançando em 2018. O equipamento vai ajudar a estimar também a temperatura média e a pressão na superfície dos planetas – fatores-chave para o desenvolvimento da vida humana.


Fonte: NASA 
Imagens: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle (IPAC)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Homem congelado há meio século poderá ser ressuscitado um dia

Faz 50 anos desde que o professor norte-americano James Bedford  se tornou o primeiro ser humano a ser submetido à criogenização.


Bedford tinha câncer de rim e decidiu aceitar a proposta da primeira organização de criogenia do mundo, a Life Extension Society, que se dispôs a congelar gratuitamente o primeiro que necessitasse de suspensão criônica. Foi assim que, após sua morte, aos 73 anos de idade, o professor foi submetido a um congelamento por tempo indefinido, à espera de uma tecnologia que pudesse ressuscitá-lo no futuro.

O procedimento consistiu em injetar dimetilsulfóxido no corpo de Bedford,  substância química que ajudaria a preservar órgãos e tecidos. Em seguida, o corpo foi congelado com gelo seco e submerso em nitrogênio líquido.

Até hoje o professor continua criogenizado. A ciência ainda não tem resposta à pergunta sobre se um dia seres humanos submetidos à criopreservação poderão ser, de fato, ressuscitados.


Fonte: CNET
Imagens: Wikipedia | CC BY-SA

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