quinta-feira, 1 de dezembro de 2016


CONFIRMADO!

O navio, com os mesmos 269 metros de comprimento e 28 de largura que o original, será colocado em um reservatório da cidade de Daying, onde permanecerá atracado permanentemente, e fará parte do resort turístico de luxo Seven Star International, destacou a agência oficial "Xinhua".

A construtora da embarcação, Wuchang Shipbuilding Industry Corporation, prometeu que o navio será fiel ao projeto do Titanic original e contará como este com sala de festas, teatro, piscina e quartos de primeira classe, nos quais se tentará recriar o estilo de vida dos passageiros da época.



Construção da réplica do Titanic em Daying, província de Sichuan. (Foto: Reuters)

Quando as obras do novo navio terminarem, algo que se prevê em meados de 2019, os promotores da obra farão em seu interior festas de época e banquetes, nos quais o menu deve ser muito similar ao servido no Titanic em 1912, embora como concessão à modernidade a embarcação contará com conexão wifi.

A obra, que contou com a assessoria de projetistas britânicos e americanos, custará 1 bilhão de iuanes (US$ 145 milhões).


O jornal "South China Morning Post" antecipou, além disso, que os turistas que visitam o novo navio poderão participar de simulações que através de novas tecnologias vão lhes permitir "experimentar um pouco do horror" que os viajantes viveram naquela noite do dia 14 de abril de 1912, na qual o Titanic afundou após se chocar com um iceberg no Atlântico norte.


Construção da réplica do Titanic. (Foto: Reuters)

Uma noite nos quartos mais baratos do novo navio custará ao redor de 3.000 iuanes (cerca de US$ 430), enquanto para pernoitar nos camarotes mais luxuosos o hóspede terá que pagar centenas de milhares de iuanes (dezenas de milhares de dólares), anunciou o jornal de Hong Kong.

A história do Titanic é muito popular na China, especialmente por causa do sucesso que o filme homônimo de James Cameron teve entre os espectadores chineses, sobretudo por sua versão remasterizada em 3D, que estreou em 2012 - no centenário do naufrágio - e que teve uma bilheteria tão grande no gigante asiático quanto nos EUA.

Essa popularidade encorajou a construção da réplica, embora o projeto, que a princípio ia começar em 2013, atrasou alguns anos, por razões não reveladas.

Fonte: G1

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Água de 2,5 bilhões de anos alimenta esperanças sobre vida extraterrestre

Em Ontário, no Canadá, foi descoberta água oculta há 2,5 bilhões de anos, com características químicas surpreendentes.

O líquido passou por um teste meticuloso de sulfatos, e o resultado da análise demonstrou que as colônias microscópicas que vivem nele sobreviveram debaixo da superfície terrestre sem luz solar nem oxigênio, segundo artigo publicado na revista Nature. 


A importância da descoberta está no fato de haver semelhanças entre a caverna, na mina canadense, e outros possíveis ecossistemas interplanetários, onde a vida poderá estar se desenvolvendo debaixo da superfície. 

A autora do estudo, Long Li, explica: “Uma vez que as características geológicas da Terra e de Marte são parecidas, acreditamos que, com a água e os minerais apropriados presentes, é possível que lá também seja produzida a energia necessária para a conservação dos micróbios. Não estou dizendo que eles existem, mas a verdade é que há todo um cenário e condições necessários para a subsistência de vida microbiana em Marte”. 

O geobiólogo Alex Sessions também é otimista com relação às consequências da descoberta: “É especialmente interessante o fato de que o sulfato é gerado por meio da desintegração radioativa. Isso significa que, em um número incontável de planetas, luas e asteroides que não possuem oceanos, vulcões nem fontes hidrotermais – necessários para abrigar ecossistemas como o da Terra –, a vida alienígena poderá sobreviver com pouco mais que uma quantidade mínima de água, enxofre e elementos radioativos”. 

Fontes: RT, Nature
Imagem destaque ilustrativa: bumbas/Shutterstock.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Descoberta cidade antiga no Egito

Arqueólogos descobriram uma antiga cidade egípcia e um cemitério que datam de 5.300 anos antes da nossa era, informou nesta quarta-feira o ministro de Antiguidades, Mahmoud Afifi.
(Arquivo) Sítio arqueológico em Abydos, Egito, no dia 1º de janeiro de 2014 - SCA/AFP
A cidade e o cemitério, onde eram sepultados funcionários e construtores de tumbas, foram descobertos a 400 metros do Templo de Seti I, na antiga cidade de Abydos (sul), acrescentou o ministro.
Considera-se que datem do ano 5.316 antes da nossa era.
Escavadores descobriram cabanas, cerâmicas e instrumentos de pedra, afirmou o ministro.
Também encontraram 15 amplas tumbas, algumas delas tão grandes quanto as últimas moradas reais de Abydos, o que sugere que abrigaram corpos de personalidades importantes.
“Esta descoberta trará à tona uma grande quantidade de informação sobre a história de Abydos”, acrescentou Afifi.
A cidade de Abydos, fundada por governantes pré-dinásticos, é famosa por seus templos, como o de Seti I, e por suas tumbas.
O Egito é rico em antigos sítios construídos pelos faraós, mas por causa de anos de rebeliões e ataques de extremistas islâmicos, os turistas deixaram de visitar o país.
Fonte: http://istoe.com.br/

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