quarta-feira, 12 de julho de 2017

Antigo fóssil pode provar a existência de vida extraterrestre

Um grupo de cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, encontrou, no sudoeste da Groelândia - em uma região que até pouco tempo estava completamente coberta de neve - um fóssil microbiano que possui 3,7 bilhões de anos de idade – 220 milhões de anos a mais que o fóssil mais antigo de que se tinha conhecimento até hoje. 


A amostra estava conservada em rochas metamórficas no chamado cinturão supracortical de Isua, uma formação rochosa originada em uma época em que a Terra era constantemente bombardeada por asteroides e ainda se encontrava em fase de formação. 

A descoberta, além de fornecer dados revolucionários sobre a história da vida no planeta, abre novas possibilidades em matéria de exploração espacial. Os cientistas afirmam que se foi possível surgir a vida na Terra em um período marcado por temperaturas altíssimas e instabilidade geológica profunda, ela também poderia ser encontrada em planetas e asteroides que, até o momento, eram considerados inóspitos, como Vênus ou as luas de Júpiter. 


Fonte: ABC
Imagem: Allen P. Nutman/Universidade de Wollongong

segunda-feira, 10 de julho de 2017

DNA de múmias é decifrado por completo e traz revelações sobre o Antigo Egito

Por meio de uma pesquisa que representa um marco no estudo da história do Antigo Egito, os cientistas conseguiram demonstrar que os egípcios antepassados tinham um parentesco mais próximo à população da Europa e do Oriente Médio que à da África. 


Eles chegaram a essa conclusão depois de sequenciar o DNA de centenas de múmias que viveram no Egito entre o ano de 1.400 a.C. e 400 de nossa era. Isso ocorreu dentro de uma pesquisa realizada pelo Max Planck Institute for the Science of Human History, em Jena, na Alemanha. 

Dessa forma, foi possível saber que os egípcios da atualidade possuem um parentesco mais próximo aos africanos subsaarianos que aos antigos egípcios, fenômeno que, segundo os autores do estudo, obedeceria a um fluxo da migração subsaariana, que teria modificado os padrões genéticos da população egípcia nos últimos mil anos. 


Fonte: Mystery Planet 
Imagem: Shutterstock

Oitava maravilha do mundo é encontrada depois de 131 anos

Ela era a maior atração turística do Hemisfério Sul e chegou a ser considerada a oitava maravilha do mundo: pelas esplanadas rosa e branca do lago Rotomahana, na Ilha Norte da Nova Zelândia, a água formava piscinas naturais que desciam em cascatas até cair no lago. Foi assim até que, em 1886, a erupção de um vulcão do Monte Tarawera as enterrou debaixo da lama.


Hoje, 131 anos depois, dois pesquisadores afirmam ter reencontrado o local a aproximadamente 15 metros debaixo do solo. Rex Bunn, um dos pesquisadores, disse que, em meados do século XIX, “muitos viajantes percorriam milhares de quilômetros, do Reino Unido, Europa e América, para ver as esplanadas”. 

Sascha Noldenm, outra pesquisadora, afirma que as esplanadas não foram destruídas nem se perderam no fundo do lago, como afirmavam alguns estudos anteriores. Em vez disso, estariam enterradas perto do litoral. Ela chegou a essa conclusão após comparar mapas topográficos da época com mapas atuais. 

Se conseguirem fazer uma escavação, então será possível restaurar o local para que o mundo moderno possa apreciar novamente a oitava maravilha do mundo.


Fonte: PlaygroundImagens: Tourism New Zealand, Charles Blomfield

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